A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definiu novas regras para a composição das vacinas contra a Covid-19 utilizadas no Brasil. A medida serve para garantir que as doses aplicadas na população acompanhem de perto a evolução natural do vírus e ofereçam uma proteção ainda mais direcionada contra as variantes que mais estão circulando no momento.
De acordo com a nova norma da agência, o foco preferencial passa a ser os imunizantes monovalentes desenhados para combater linhagens mais recentes. A Anvisa reforça que as vacinas antigas não deixaram de funcionar e continuam protegendo contra casos graves, mas as versões atualizadas ajudam o corpo a criar defesas muito mais fortes e preparadas para o cenário epidemiológico atual.
Para evitar o risco de falta de doses nos postos de saúde enquanto as fabricantes se adaptam à nova linha de produção, a Anvisa estipulou um período de transição. Os lotes com a fórmula anterior ainda poderão ser aplicados por um tempo limitado, e a orientação principal do Ministério da Saúde é que as pessoas não deixem de se vacinar e mantenham a caderneta em dia, independentemente da versão disponível no posto.
💉 Fique por dentro das novidades:
•O que muda na prática: As fábricas de vacinas vão ajustar a fórmula para focar nas cepas mais recentes do vírus que circulam no país.
•As antigas ainda valem? Sim, elas continuam seguras e eficazes contra hospitalizações, mas terão um prazo de uso limitado nos postos.
•Preciso esperar a nova? Não! O Programa Nacional de Imunizações (PNI) orienta a população a tomar a dose disponível no posto para garantir a proteção imediata.
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Por:
✍🏼 Rhayza Barros
🗞️Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) / Ministério da Saúde
📸Imagem: Reprodução / Internet
🎬Direção: Bianca Feitosa






