A enfermeira Érika Fernandes Viana, de 51 anos, morreu na sexta-feira (11), após ser diagnosticada com doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma enfermidade neurológica rara, progressiva e sem cura. Érika trabalhava como enfermeira em Senador Canedo e também atuava como técnica de enfermagem na UPA Novo Mundo, em Goiânia.
Segundo relatos da amiga Elizabeth Nunes, os primeiros sintomas apareceram no fim de 2025, com episódios de tontura. Inicialmente, a possibilidade investigada era de labirintite. Após novos exames e cerca de um mês de internação, veio o diagnóstico da DCJ.
A doença apresentou evolução rápida. Érika perdeu progressivamente os movimentos das pernas, passou a utilizar um andador e, posteriormente, também perdeu os movimentos dos braços. Ela morreu cerca de seis meses após receber o diagnóstico.
A doença de Creutzfeldt-Jakob é uma condição neurodegenerativa associada a proteínas anormais chamadas príons. A enfermidade pode provocar perda rápida de funções neurológicas e, atualmente, não possui tratamento capaz de curá-la ou interromper sua progressão.
🕊️ Homenagens
A morte de Érika gerou homenagens de pessoas próximas e também do Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO). Segundo o conselho, ela atuou na UPA de Senador Canedo e na UPA Novo Mundo, em Goiânia.
O caso também ganhou repercussão por ser a mesma doença diagnosticada recentemente no influenciador Lito Sousa, do canal Aviões e Músicas. Os dois casos, porém, não têm relação conhecida entre si.
📲 Continue acompanhando as principais notícias de Senador Canedo e região na TV Mais Canedo.
🌐 Confira também nosso site: www.tvmaiscanedo.com.br
Por:
✍🏼 Rhayza Barros
🗞️ Fonte: G1
📸 Imagens: Reprodução
🎬 Direção: Bianca Feitosa






